O TJAC lançou em 2 de outubro uma iniciativa para melhorar a preparação de magistrados em liderança, planejamento e administração de equipes. A primeira etapa prevê treinamento com a Amana-Key para juízas, juízes e seus diretores de secretaria. O objetivo é aproximar a gestão das unidades das necessidades de servidores e cidadãos.
O CNJ apresentou duas formas de adesão às ferramentas do Conecta: acesso por uma estrutura central ou instalação no próprio tribunal. A iniciativa busca compartilhar sistemas já desenvolvidos pelo Judiciário.
O TJAC entregou em 1º de outubro uma recepção mais ampla na Cidade da Justiça de Cruzeiro do Sul. O espaço reúne controle de acesso por reconhecimento facial e leitura de placas. A entrega é a primeira fase de um plano que ainda prevê novas estruturas de atendimento, segurança e apoio aos servidores.
Equipes do TJAC, do CNJ e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento discutiram em 1º de outubro como integrar informações de avaliação de risco ao sistema nacional da Justiça. A reunião também apresentou a ferramenta acreana de pedido on-line de medida protetiva e tratou de segurança digital e acesso das vítimas.
O Provimento nº 13/2026 estabelece medidas para evitar que vítimas e autores de violência doméstica se encontrem nas unidades judiciais. A regra prevê espera separada, saída protegida e comunicação prévia de situações de risco à segurança. Foi publicada em 30 de setembro e entrou em vigor naquela data.
CNJ e OAB discutiram o Atalaia, projeto que usa inteligência artificial para analisar padrões de processos e apoiar a gestão judicial. A reunião recebeu sugestões, e uma nova apresentação foi prevista para 13 de outubro.
O TJAC apresentou à Polícia Civil uma ferramenta que permite a mulheres cis e trans solicitar medidas protetivas pela internet. Lançado em 14 de agosto, o recurso aceita informações e arquivos pelo celular ou computador. O pedido passa por análise judicial em até 48 horas; o envio do formulário não significa concessão automática.
Representantes do TJAC participaram, em 21 de setembro, de uma palestra da OAB-AC sobre inteligência artificial no Judiciário. O conselheiro do CNJ Rodrigo Badaró discutiu proteção de dados, segurança e responsabilidade. Ele também mencionou o Humanize IA e manifestou intenção de levar a experiência acreana à discussão na Corte Interamericana de Direitos Humanos.
O presidente do TJAC recebeu Rodrigo Badaró, ouvidor nacional adjunto do Conselho Nacional de Justiça, em 21 de setembro. O encontro apresentou o Humanize IA e discutiu cooperação, inteligência artificial e proteção de dados. O compartilhamento da ferramenta com outros tribunais, inclusive fora do Brasil, estava em estudo na ocasião.