A desembargadora Waldirene Cordeiro representou o TJAC em encontro encerrado em 25 de setembro. A programação discutiu direitos, representatividade e barreiras enfrentadas pela população LGBTQIA+ no Norte. Saúde, educação, trabalho e acesso a espaços públicos sem discriminação estiveram entre os temas.
Uma reunião na Escola do Poder Judiciário, em 21 de setembro, apresentou um diagnóstico das condições de acessibilidade do prédio. A avaliação examinou circulação, portas, sinalização, sanitários, mobiliário e auditório. O levantamento servirá de base para definir adequações em diferentes prazos; a notícia não anuncia todas as melhorias como já concluídas.
O ouvidor-geral do TJAC participou de encontro das ouvidorias judiciais da Região Norte, encerrado em 28 de agosto. Os debates trataram de escuta, acessibilidade e acolhimento de vítimas dentro da política de combate ao assédio.
Em reunião de 17 de agosto, o Comitê da Diversidade avaliou ações realizadas e planejou atividades sobre racismo, liberdade religiosa e inclusão de pessoas com deficiência. Tecnologias assistivas no trabalho aparecem como tema previsto para as próximas ações.
Palestras realizadas no interior em agosto abordaram assédio moral, assédio sexual, discriminação e canais de denúncia. A programação integra as ações do TJAC para promover relações de trabalho respeitosas e preservar a saúde mental das equipes.
A ação realizada em 3 de agosto reuniu cerca de dez servidores em Acrelândia. A notícia diferencia o formulário da intranet para casos entre servidores dos canais indicados quando o episódio envolve a magistratura.
Vítimas e testemunhas, tanto do público interno quanto usuários da Justiça, podem registrar denúncias na Ouvidoria. A fonte descreve a criação de processo sigiloso no SEI e análise pela comissão de equidade racial, conforme as competências e regras aplicáveis.
A orientação publicada em 27 de junho explica o preenchimento de uma denúncia de racismo, os dados úteis ao relato e o encaminhamento sigiloso. O acesso ao processo é restrito às autoridades e unidades competentes, com proteção da identidade quando cabível.
A atividade de 23 de junho reuniu servidores em Rio Branco para discutir pertencimento, comentários discriminatórios e barreiras à participação. O encontro reforçou o apoio da comissão de equidade racial e a utilização dos canais de denúncia.
A comissão de equidade racial informou, em balanço publicado em junho, a implementação de mais de um terço das ações planejadas. A notícia cita bolsa preparatória para servidores negros, mas não detalha seu valor nem os requisitos completos.
A notícia de maio informa um programa de reembolso mensal de até R$ 500 para preparação de servidores negros aprovados no Enam. Também apresenta cursos e políticas de cotas. O teto não significa pagamento fixo nem dispensa os requisitos do ato próprio.