O uso responsável da inteligência artificial na Justiça foi tema de uma palestra promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil no Acre, na noite de 21 de setembro. A vice-presidente do TJAC, Regina Ferrari, participou do encontro, que reuniu representantes do sistema de Justiça. O palestrante foi Rodrigo Badaró, advogado e conselheiro do Conselho Nacional de Justiça.
A discussão abordou possibilidades de inovação e os cuidados com proteção de dados, segurança e responsabilidade. Badaró também apresentou sua impressão sobre o Humanize IA, ferramenta que havia conhecido no TJAC naquela manhã. Ele manifestou a intenção de discutir a experiência na Corte Interamericana de Direitos Humanos; a notícia não relata uma adoção já concluída pela Corte.
Para que serve o Humanize IA
A ferramenta auxilia magistrados e assessores a identificar precedentes do Sistema Interamericano de Direitos Humanos relacionados aos casos analisados. Ela integra o Programa Humanize, institucionalizado pelo TJAC em julho de 2026 como política permanente, com diretrizes para o uso ético de inteligência artificial na atividade judicial.
Entenda os termos
- Controle de convencionalidade
- Exame da compatibilidade de normas e atos com compromissos internacionais de direitos humanos aplicáveis ao caso.
- Precedente
- Decisão anterior que pode orientar a análise jurídica de outro caso.




